Inaugurada em 1974
Construtoras e Produtos:
Grande participação da Otto Baumgart com o fornecimento do plastificante Cemix, retardador Retard e Tricosal, na injeção nas bainhas dos cabos de protensão nas vigas com 35 metros no viaduto VA -11 executadas pela Cetenco Engenharia e Viaduto 20 construído pela Companhia Metropolitana. Assim como, foram consumidas várias toneladas do aditivo acelerador de pega para concretos projetados, inicialmente em pó e posteriormente líquido.
TRICOSAL: um case
A injeção no concreto protendido é uma das operações mais complexas na execução de obras de concreto protendido por pós-tração, uma vez que é dependente de muitas variáveis e suscetível a pequenos descuidos que impedem o enchimento perfeito das bainhas por onde passam os cabos de protensão
Nos viadutos da Rodovia dos Imigrantes, o bom desempenho dos trabalhos foi proporcionado pela utilização do aditivo fluidificante para injeções Tricosal que, para efeito do rigoroso controle de dosagem, na época passou a ser fornecido em sacos de 500 gramas, o que facilitava a mistura na calda de cimento.
Laboratórios de concreto
O controle tecnológico, os ensaios e as especificações para o uso dos aditivos eram realizados por diferentes laboratórios. Pelo L.A. Falcão Bauer, atuavam a engenheira Maria Noronha, Roberto José Falcão Bauer e, bem no início, o tecnologista Liberato Bernardo. Em 1967, a Revista Engenharia Pública, em seu nº 289, trouxe um interessante artigo, assinado pelo professor Falcão Bauer, relativo ao uso de aditivos para concreto, um assunto misterioso na época para a maioria dos engenheiros.
Inicialmente sediado no Rio de Janeiro, o Concremat abriu nessa época laboratório em São Paulo , atuando através dos engenheiros e professores Mauro Viegas e Walmor Prudencio.
O EPT - Engenharia e Pesquisas Tecnológicas, esteve representado pelo engenheiro Cláudio Gerardo Requião Petrucci. Atuaram ainda os laboratórios Dante Bianco, de Curitiba, e Mário Fox, de Belo Horizonte.
